Agricultura de precisão

SENAR

 

Como o próprio nome diz, a Dinapec – Dinâmicas Agropecuárias, iniciativa do Senar/MS – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural e Embrapa Gado de Corte, traz na programação opções de interação entre os participantes. Oficinas que abordam a agricultura de precisão, roteiros tecnológicos e Dia de Campo são algumas das ações gratuitas que acontecerão nos dias 07, 08 e 09 de março.

Oficinas

Uma das oficinas oferecidas é a de ‘Utilização de Drones’. Os participantes conhecerão os modelos no mercado, as possibilidades de aplicação no campo, legislação, boas práticas e principais aplicação desta ferramenta no agronegócio.

Na programação também tem a oficina ‘Sistema de Agricultura de Precisão’. Nesta, será apresentado os principais sistemas tecnológicos, entre eles o GPS, componentes e outras inovações pertinentes da área.

Outra oficina é ‘Gestão da Propriedade Leiteira’. Nesta será ensinado a importância da gestão dentro da propriedade, apresentar a metodologia da Assistência Técnica do Senar/MS, bem como construir um planejamento para alcançar novos patamares no seu negócio.

Roteiro Tecnológico

Quem percorrer o roteiro do Sistema de Fertirrigação, iniciativa que garante a redução do custo com aplicação de adubos químicos orgânicos. A ideia é transformar dejetos de animais em biofertilizantes para aplicação nas pastagens.

Inovação tecnológica é o foco da Rota de Horticultura. Culturas como melão, pepino e abobrinha e as tecnologias e cultivo protegido serão alguns dos pontos apresentados.

Dia de Campo ABC

Produção sustentável é o foco do Programa ABC Cerrado, que será apresentado no Dia de Campo na sexta-feira (09), às 13h. Durante toda a tarde, os participantes irão conferir alternativas alimentares para os rebanhos durante a seca e terão demonstração de um software eficaz na atividade pecuária.

Todas as ações do Senar/MS durante a Dinapec são gratuitas. Procure o estande da entidade e tire suas dúvidas com os nossos instrutores.

Outras informações sobre cursos você confere no senarms.org.br.

 Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul

Por: João Rosa

Drones, robótica, inteligência artificial. Termos geralmente associados a ficção cientifica, mas que estão cada vez mais presentes nas lavouras brasileiras. Eles fazem parte de um novo conceito de condução dos cultivos, a agricultura digital, que integra a coleta de dados no campo – cada vez mais precisa e em tempo real – com técnicas de modelagem computacional, permitindo tomadas de decisão mais assertivas aos produtores. A promessa é que as novas tecnologias aumentem as produtividades, reduzam custos e evitem desperdícios, sendo, portanto, mais sustentáveis.

Neste ambiente de novas soluções, um termo é universal: conectividade. Em outras palavras, para que os produtores usufruam do potencial das ferramentas, é necessário estar conectado à internet. E como será que o campo Mato-grossense está neste sentido? Em pesquisa realizada com cerca de 300 produtores durante o Caravana Soja, projeto realizado pelo Canal Rural, Associação dos Produtores de Soja do Brasil (Aprosoja Brasil) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Mato Grosso (SENAR-MT), etapa Mato Grosso, que percorreu 18 cidades do estado, revela que 90%dos talhões não tem conectividade. Um número expressivo e que evidência o desafio de desenvolvimento na infraestrutura de conexão.

O cenário, entretanto, não é de todo ruim. Quando a pergunta é restringida para a sede da fazenda, o cenário se inverte, de modo que 80% dos produtores declaram que a administração da propriedade já tem acesso à internet. Esse contexto permite a implementação de um recurso técnico alternativo (RTA) ou, no bom português, uma “gambiarra” tecnológica pelas empresas envolvidas: a sincronização. Em termos práticos, as soluções coletam os dados no campo e sincronizam no escritório. Ou seja, a automação e velocidade das respostas são limitadas. As tomadas de decisão em tempo real, não são tão reais assim. Temos tecnologia de Ferrari, mas estamos andando com ela em estrada de terra. Porém, se considerarmos que a difusão da internet é relativamente recente, com utilização em massa no Brasil a partir dos anos 2000, a melhoria no campo é apenas questão de tempo.

Mas não somente as “estradas da conectividade” são um gargalo para a agricultura digital. Essas novas tecnologias exigem um grau de conhecimento elevado para absorver os conceitos e aplicabilidade das soluções. E neste sentido, nossos pilotos estão despreparados, sem habilitação. De acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2014, apenas 4% dos trabalhadores com formação superior estavam alocados no setor agropecuário. Se considerarmos que cerca de 25% dos empregos é do nosso setor, os dados revelam uma realidade alarmante.

“Tudo bem, mas quem vai trabalhar com essas novas máquinas é a nova geração, que absorve muito mais rápido as novas tecnologias. Veja como eles mexem nos celulares e computadores”. Realmente, a geração “Z” é muito mais familiarizada as ferramentas high tech, aprendendo a manipular as soluções com uma velocidade incrível, e as oportunidades profissionais a que estão sujeitas são inúmeras. Entretanto, “saber como mexer”, no meu ponto de vista, não é o problema, mas entender o “como e o porquê” do funcionamento, esse sim é o desafio. Entender e incorporar conceitos básicos. Para ajudar na argumentação, elenco dados da Diretoria de Avaliação da Educação Básica (DAEB), que revela que apenas 11% dos alunos do 9º ano formados em 2013 são considerados proeficientes (aprendizado esperado) em matemática. Em língua portuguesa, os números são um pouco melhores, mas não menos chocantes, com 23% proeficientes.

A digitalização, sem dúvidas, é o futuro da agricultura. Mas, para que ela se concretize, investimentos na conectividade e educação são fundamentais para que possamos explorar as soluções em todo seu potencial. Hoje, estamos testando Ferrari em estrada de terra e com piloto sem habilitação.

*João Rosa é professor do Pecege e Instrutor credenciado junto ao Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (SENAR-MT)

Por Equipe de Comunicação Digital • Postado em Seminários de Agricultura de Precisão • Tagged Seja o primeiro a comentar

Por Embrapa Informática Agropecuária*

Parceria visa integração de esforços e colaboração para apoio ao controle de doenças no campo – Foto: Nadir Rodrigues

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa, e a Agrosmart, plataforma de agricultura digital líder na América Latina, acabam de firmar parceria para o desenvolvimento de um modelo automático de diagnóstico, previsão e monitoramento de propagação de doenças agrícolas. Esta cooperação prevê ações de pesquisas para apoiar o planejamento fitossanitário em lavouras, coordenadas pela Embrapa Informática Agropecuária e pela Embrapa Meio Ambiente.

A tecnologia envolve desde técnicas de manejo integrado de doenças, cálculos matemáticos avançados usando aprendizado de máquina e processamento de imagens, com informações obtidas a partir de sensores instalados em campo até o uso de imagens digitais, visando aperfeiçoar as técnicas para diagnóstico de doenças em plantas. No Brasil o valor das perdas anuais causadas por pragas e doenças na agricultura é de R$ 55 bilhões. O objetivo é que a ferramenta ajude tanto pequenos quanto grandes agricultores. Além disso, pesquisadores também poderão usufruir da base de dados ambientais, proporcionando o desenvolvimento de métodos mais eficazes para o combate às doenças.

Em consonância com o conceito de internet das coisas (IoT), que tem tido destaque como uma tecnologia disruptiva para alavancar a agricultura digital, a Embrapa tem procurado exercer um papel agregador no ecossistema de inovação, apoiando iniciativas de diferentes empresas no setor agrícola, de acordo com o presidente da Empresa, Maurício Lopes. “A parceria entre a Embrapa e a Agrosmart objetiva a integração de esforços e a colaboração para apoio ao controle de doenças no campo”, afirma.

Devido à rapidez com que o tema agricultura digital tem avançado nos últimos anos, a Embrapa Informática Agropecuária tem sido muito procurada pelas empresas de tecnologia e pelas startups pelo know-how no tema, segundo a chefe-geral da Unidade, Silvia Massruhá. “Neste contexto, percebemos que esse novo ecossistema de agricultura digital precisa ser melhor articulado, pois está muito fragmentado. Então nós vimos a oportunidade de criar o sitIoT – junção das palavras sítio e IoT, um ambiente colaborativo onde a Embrapa, como empresa pública, pode ser um agente facilitador e um fomentador deste ecossistema”, explica Silvia.

O sitIoT é um ambiente baseado em um modelo de inovação aberta, para que empresas e startups que tiverem interesse possam testar suas tecnologias, sejam sensores, equipamentos, softwares, dados e modelos. Por outro lado, os dados e informações gerados neste ambiente podem ser compartilhados entre os parceiros e utilizados na pesquisa agropecuária, explica o pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária Jayme Barbedo. A Agrosmart é a primeira startup que está participando desta iniciativa.

Com a parceria, na fase inicial, a Agrosmart vai instalar sensores na cultura do cafeeiro, no campo experimental da Embrapa Meio Ambiente, localizada em Jaguariúna (SP). A iniciativa conta no seu desenvolvimento com a participação de profissionais de diversas áreas, como engenheiros eletrônicos, biólogos, meteorologistas, engenheiros agrônomos e cientistas de dados.

Nesse campo experimental, está instalado o experimento FACE (Free Air CO2 Enrichment), que avalia em condições de campo o efeito das mudanças nos níveis atmosféricos de CO2 sobre a cultura do café. O FACE-Café é o primeiro experimento do tipo na América Latina e o único no mundo com a cultura do café. Desde sua instalação, em agosto de 2011, o experimento tem sua instrumentação baseada em rede de sensores sem fio, que é uma das peças fundamentais da IoT.

“A ideia é desenvolver e colocar no mercado a tecnologia, que beneficiará o setor com modelos de predição e controle de doenças agrícolas, ajudando o dia a dia do produtor, resultando em benefícios como economia no uso dos insumos agrícolas e redução de perdas”, conta Mariana Vasconcelos, CEO da Agrosmart. “Sempre tivemos uma grande sinergia com a Embrapa e acreditamos que as duas empresas farão a diferença no setor agro com esta ação. Mas não podemos esquecer que tudo isso é para ajudar o produtor rural que sofre no combate às doenças agrícolas, ponto sensível que gera a maioria dos gastos do agricultor”, destaca Mariana.

Nessa primeira fase da parceria, a doença-alvo será a ferrugem do cafeeiro, causada pelo fungo Hemileia vastatrix, uma das principais doenças da cultura no Brasil. Segundo a pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente Kátia Nechet, responsável pelo monitoramento da incidência e severidade da doença durante o período de coleta dos dados climáticos, a ocorrência natural da doença na área experimental de café da Embrapa Meio Ambiente assegura a obtenção dos dados durante a execução das ações e permite o acompanhamento da incidência da doença em diferentes anos agrícolas e identificações de variações nos parâmetros climáticos que suportem a tomada de decisões para o manejo fitossanitário pelo produtor.

Para o chefe-geral da Embrapa Meio Ambiente, Marcelo Morandi, a implantação do sitIoT no campo experimental da Unidade abre novas oportunidades de parcerias e inclui a Embrapa em mais uma ação no caminho da revolução digital na agricultura. “A integração de forças e conhecimentos é o caminho para a inovação na agricultura, se beneficiando do rápido avanço das tecnologias de comunicação e informação, para a solução de problemas. Em especial aqui do manejo de doenças, que é um grande desafio dos agricultores, e que demanda cada vez mais inovações para adaptação às mudanças do clima.”

Por SENAR/MS*

A tecnologia em favor do setor produtivo. O perfil empreendedor do produtor rural tem ampliado as técnicas de produção e manejo no campo para atender uma demanda crescente e cada mais exigente, sem deixar de lado a preocupação com a sustentabilidade ambiental e os desafios das mudanças climáticas.

Diante desse cenário, o SENAR/MS – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural lançou neste mês o curso de utilização de drones como tecnologia de precisão. O curso possibilita que o participante defina os conceitos, conhecendo a legislação e regulamentação vigente para uso da tecnologia aplicada no ambiente rural, além de aprender as mais modernas metodologias de planejamento na execução de voos, com foco nas diferentes áreas do agronegócio.

“Até recentemente, a forma mais avançada de monitoramento utilizava imagens de satélite, extremamente caras e imprecisas. Hoje, a tecnologia oferece uma grande variedade de possibilidades de monitoramento de safra por um menor custo, e pode ser integrada em todas as fases do ciclo de vida da lavoura”, aponta a analista educacional do SENAR/MS, Elisa Rodrigues.

Segundo Elisa a utilização dessa ferramenta permite que a agricultura se torne altamente orientada por dados, o que eventualmente conduz a um aumento de produtividade e de rendimento, bem como a pecuária e a silvicultura. “Devido à facilidade de uso e ao baixo custo, os drones podem ser usados para produzir animações em sucessão cronológica mostrando o desenvolvimento exato de uma lavoura. Essa análise pode revelar ineficiências de produção e levar a uma melhor gestão de lavouras. A demanda do agro será principalmente por drones altamente automatizados com câmeras e sensores mais sofisticados”, explica.

Sobre o curso – A capacitação faz parte do Programa Especial de Agricultura de Precisão. O Sindicato Rural de Dourados formou duas turmas-piloto para o treinamento de 26 pessoas nesta última semana. O curso aborda as noções gerais sobre a ferramenta e técnicas de pilotagem, obtenção e processamento de dados e interpretação e tomada de decisão baseado em dados obtidos por meio desta tecnologia.

“O SENAR/MS está trazendo pra seu portfólio de curso algo diferenciado apostando nesse tema que é tão relevante no processo produtivo atual. Os alunos que concluíram o curso saem bem satisfeitos e cheios de ideias para começar a utilizar essa tecnologias em suas propriedades e atividades produtivas, com a certeza de que os drones são verdadeiros aliados no dia-a-dia do campo”, destacou o instrutor do SENAR/MS, Thamylon Camilo Dias.

Pré-requisitos: para participar o aluno deve ter 18 anos completo, ensino fundamental completo, ter noções básicas de informática, e estar envolvido diretamente ou indiretamente com atividades rurais. Durante a capacitação deve priorizar o uso de boné ou protetor solar para a aula prática, calçado fechado, camisa manga longa.

Evento em novembro – No dia 22 de novembro, a partir das 18 horas, o SENAR/MS e o Grupo Novo Olhar, com apoio da Embrapa Gado de Corte, realizam um ciclo de palestras sobre drones e suas aplicações no agronegócio do futuro. O evento acontece na Casa Rural, e as inscrições são gratuitas. Mais informações clique aqui.

 

Por Equipe de Comunicação Digital • Postado em Agricultura de Precisão • Tagged Seja o primeiro a comentar

Por SENAR/MT*

Manejo integrado de informações e tecnologias fundamentado nos conceitos de que as variabilidades de espaço e tempo influenciam nos rendimentos dos cultivos. É assim se pode definir o a Agricultura de Precisão (AP). Considerada uma filosofia visa o gerenciamento mais detalhado do sistema de produção agrícola como um todo, não somente das aplicações de insumos ou de mapeamentos diversos, mas de todo os processos envolvidos na produção.

O termo engloba o uso das mais diversificadas tecnologias atuais para o manejo de solo, insumos e culturas, de modo adequado às variações espaciais e temporais em fatores que afetam a produtividade das mesmas. A agricultura de precisão é o conjunto de tecnologias cujo objetivo é aumentar a eficiência, com base no manejo diferenciado de áreas na agricultura.

É importante destacar que para se ter sucesso na Agricultura de Precisão é preciso ter profissionais qualificados para utilizar 100% do que as máquinas e equipamentos ofertam para o trabalho cotidiano. O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (SENAR-MT) oferece o treinamento de Tecnologia de Máquinas de Precisão que tem como objetivo ensinar o participante a utilizar da melhor forma as tecnologias embarcadas em maquinas agrícolas.

Engana-se, porém, quem pensa que a Agricultura de Precisão está relacionada apenas ao emprego de máquinas e tecnologias sofisticadas, pois este princípio de agricultura vai além, constituindo-se em um sistema de ações que levem a um manejo mais eficiente dos fatores de produção associados às condições de diversidade de uma área agrícola. Isto porque esta técnica não consiste simplesmente na habilidade em aplicar tratamentos que variam de uma área para outra, porém, ela deve ser considerada com a habilidade em monitorar e acessar a atividade agrícola, precisamente em um nível local, tanto que as técnicas de agricultura de precisão devem ser compreendidas como uma forma de manejo sustentável.

A Agricultura de Precisão é definida com base nas tecnologias que permitem que ela seja realizada como Sistema de Posicionamento Global (GPS) ou sistemas de taxa variável. Porém, tão importantes quanto os dispositivos, é perceber que a informação usada ou coletada é o ingrediente chave para o sucesso do sistema. O conceito de agricultura de precisão se distingue da agricultura tradicional por seu nível de manejo. Em vez de administrar uma área inteira como uma única unidade, o manejo é adaptado para pequenas áreas dentro de um campo.

É importante destacar que a Agricultura de Precisão não está relacionada somente ao uso de ferramentas de alta tecnologia, pois os seus fundamentos podem ser empregados no dia a dia das propriedades pela maior organização e controle das atividades, dos gastos e produtividade em cada área. O emprego da diferenciação já ocorre na divisão e localização das lavouras dentro das propriedades, na divisão dos talhões ou piquetes, ou simplesmente, na identificação de “manchas” que diferem do padrão geral. A partir dessa divisão, o tratamento diferenciado de cada área já está dentro do conceito de Agricultura de Precisão.

HISTÓRIA – De acordo com o professor Luiz Antonio Balastreire, no Brasil, as primeiras ações de pesquisa na área foram realizadas na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (Esalq-USP) em 1997, onde um trabalho pioneiro com a cultura de milho resultou no primeiro mapa de variabilidade de colheita do Brasil. A partir de então houve também crescimento nas iniciativas de pesquisa/extensão em agricultura, com envolvimento de instituições como Esalq-USP, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Embrapa, Fundação ABC, Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e em dezenas de outras empresas privadas do setor agrícola e tecnológico

Por Equipe de Comunicação Digital • Postado em Agricultura de Precisão2 comentários