Agricultura de precisão

SENAR

Capacitação faz parte do programa de Agricultura de Precisão e acontece em parceria com a empresa John Deere

Instrutores do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás e Paraná estão em Ribeirão Preto (SP) esta semana, de 25 a 29, para mais uma capacitação do Programa Nacional de Agricultura de Precisão. O curso é voltado para a nova colhedora de cana da empresa John Deere e acontece no SENAI de Ribeirão.

Para Alcione José Ristof, instrutor do SENAR Paraná há mais de 20 anos, é vital acompanhar a evolução dos equipamentos e maquinários destinados ao campo para manter o produtor sempre atualizado. “Com o produtor e o operador de máquinas capacitados, o equipamento tem maior rendimento, já que o uso incorreto  reduz a vida útil ou leva à quebra prematura, além de não ser possível extrair todas as vantagens que uma máquina como essa oferece”, avalia. “A capacitação proporciona redução  dos custos da produção e aumento do padrão de qualidade do produto, evitando o desperdício e a fadiga do operador, já que a máquina realiza inúmeras atividades devido à tecnologia,” complementa.

 Apesar de cada empresa possuir seu portfólio, o instrutor acredita que a linha tecnológica é a mesma entre as fabricantes de máquinas, porém, com operacionalidade diferente. “Como existe essa diferenciação entre os equipamentos, essas atualizações que participamos nos preparam para ministrar os treinamentos, já que estamos em contato com o equipamento direto no fabricante.”

 O setor de agricultura de precisão tem crescido em todo o País e a participação de mulheres na área também, afirma a instrutora do SENAR Mato Grosso do Sul, Camila Missio. “As empresas estão buscando o perfil feminino porque a mulher observa os detalhes, cuida bem do equipamento e tem facilidade em usar a tecnologia”, comemora. “A participação feminina tende a crescer mais no setor, algumas usinas de cana já tem frentes de colheita com mulheres em tratores e colhedoras.”

 Camila Missio concorda com Alcione José sobre a necessidade de atualização. Para ela, a parceria do SENAR Brasil com as empresas de máquinas é fundamental. “A John Deere, por exemplo, lança máquinas totalmente diferentes de tempos em tempos. Com esse tipo de parceria conseguimos estar por dentro das novidades tecnológicas do setor para repassar para o produtor, que muitas vezes tem na propriedade um equipamento caro que não sabe usar devido à complexidade da máquina.”

 O coordenador do programa de AP do SENAR, Rafael Diego Nascimento da Costa, que acompanha a capacitação em Ribeirão Preto, explica que no agro, a área de mecanização é a que o SENAR mais capacita pessoas no campo. “A evolução das máquinas é muito mais rápida, e o cenário é que cada vez mais a parte tecnológica da automação de processos ganhe mais investimento dos fabricantes. E temos agora a novidade de máquinas que reaproveitam os gases da queima de combustível para gerar mais energia no sistema e, dessa forma, reduzir a quantidade de gases de efeito estufa emitidos durante a atividade de mecanização. Esse é um ponto muito importante para o meio ambiente e para o bolso do produtor, que vai poupar mais combustível”, argumenta. Costa acrescenta que ao final das capacitações de instrutores, o SENAR pretende reunir os estados que fazem o programa para levantar as demandas do próximo ano.

 A capacitação desta semana é a quarta em parceria com a John Deere este ano. Um novo treinamento na empresa, dessa vez sobre tratores, está agendado para setembro, em Campinas.

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Por Embrapa Solos*

Um laboratório completo, voltado a análises de fertilidade do solo, acaba de ser desenvolvido pela Embrapa Solos (RJ), para operar dentro de um furgão de 14 metros cúbicos. Equipado para emitir laudos técnicos de correção de solos como recomendações de adubação e calagem, o Fertmovel deverá iniciar suas atividades no mês de agosto em Nova Friburgo, região serrana fluminense, uma das principais produtoras de hortaliças do estado.

O objetivo é facilitar o acesso dos produtores rurais a esse tipo de serviço e suprir a demanda do estado. O Rio de Janeiro conta apenas com dois laboratórios de solos que não conseguem atender à demanda. Atualmente, os agricultores têm recorrido a laboratórios em Minas Gerais e Espírito Santos para fazer análises de solo. Totalmente concebido por pesquisadores da Embrapa, o laboratório móvel pode ser replicado em outros estados e Tocantins e Maranhão já demonstraram interesse pelo projeto.

A análise de fertilidade dos solos é fundamental para todos os tipos de produtores. Além de ser pré-requisito para aquisição de financiamento bancário, esse exame traz recomendações que melhoram a produtividade, evitam desperdício e barateiam a produção. O Fertmóvel também marcará o retorno da Embrapa Solos à essa atividade após 12 anos. O serviço ficará a cargo do Laboratório de Análise de Solo, Água e Planta, da Unidade.

Graças a uma parceria com a prefeitura de Nova Friburgo e a escola agrícola Ibelga, o Fertmovel começará suas atividades por esse município, com o objetivo de validar as análises em campo. “Precisamos observar na prática se haverá algum problema em transportar o laboratório de um lado para outro, embora ele tenha sido planejado para que todo o material permaneça fixo e seguro durante as viagens”, explica o pesquisador da Embrapa Solos José Ronaldo de Macedo, autor da ideia. O veículo é equipado com instrumentos laboratoriais como fotômetro de chama, espectrofotômetro, balança analítica, mesa agitadora, bomba-fanem, pHgâmetro e buretas digitais tritette, entre outros.

“Precisamos também validar o resultado das análises realizadas nas condições do laboratório móvel. Após comprovarmos a precisão dos resultados, outras prefeituras e governos estaduais poderão reproduzir esse modelo em suas regiões”, sublinha o pesquisador. O Fertmóvel deverá passar por ajustes após os testes iniciais para então ser ser credenciado ao Programa de Análise de Qualidade de Laboratórios de Fertilidade (PAQLF). As unidades móveis similares montadas por empresas ou governos em outros estados também precisarão se credenciar ao Programa. O credenciamento visa a manter a qualidade técnica do serviço.

Em Nova Friburgo, a Embrapa Solos capacitou um professor e três egressos do Ibelga para a realização das análises. A recomendação de calagem e adubação ficará a cargo dos agrônomos da Emater e da Secretaria de Agricultura do Município. Os produtores levarão as amostras de solo para uma sala específica do Ibelga, onde serão preparadas as amostras. O veículo ficará estacionado no pátio da escola e lá realizará as análises.

Mapa dos solos da serra fluminense

Outro produto que será obtido com o Fertmovel será o mapeamento da fertilidade dos solos dos municípios da região serrana, pois as amostras coletadas serão georeferenciadas e os seus resultados consolidados pelos pesquisadores da Embrapa Solos e da Pesagro.

Nessa primeira fase de implantação, a Syngenta está assumindo os custos iniciais. Ao fin de um ano, pretende-se que o Fertmovel se sustente, por meio do pagamento das análise, estimado em cerca de R$50,00. Apesar da cobrança, a parceria é fundamental para a viabilidade do laboratório. “Sempre será necessário contar com uma estrutura para recebimento e preparação das amostras, pontos de água e luz, local para estacionar o veículo e outros. Por isso, a parceria é fundamental para a viabilidade desse projeto”, afirma Macedo.

Segundo Macedo, o Fertmóvel terá também a função de dar apoio à capacitação dos alunos em sua formação como técnicos agropecuários. “Os estudantes do Ibelco poderão conhecer de perto o processo de análise de solos. Mesmo que eles se formem como agrônomos, é importante ter esse conhecimento de como é feita a análise de fertilidade de solo”, comemora o pesquisador.

A ideia de construir um laboratório de análise de solos dentro de um furgão nasceu em 2011, após um levantamento junto a produtores rurais, dentro do programa Mais Alimentos do governo federal. A ideia foi inspirada pelo Vertmóvel, um furgão utilizado pela empresa Parmalat para fazer teste de qualidade do leite junto a fornecedores na própria propriedade. “Como identificamos a carência de laboratórios e éramos cobrados para retornar nossas análises, tivemos a ideia de montar esse veículo para atender aos principais pólos produtores da região serrana”, pontua ele.

A partir daí o passo seguinte foi conseguir recursos para o projeto, orçado em inicialmente em R$ 500 mil para dois veículos. Ao final de 2012, a unidade conseguiu R$ 360 mil por meio de emenda parlamentar e levou mais um ano para conseguir adaptar a estrutura de um laboratório físico para um móvel. “Nosso objetivo desde o início era aumentar a oferta de análises de solos no Estado e reaproximar o produtor rural aos órgãos de pesquisa e extensão”, ressalta Denise Werneck, chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Solos e uma das responsáveis pela iniciativa.

Mais da metade do Rio de Janeiro tem base agrícola

O estado do Rio de Janeiro tem quase 60% dos municípios com economia baseada na agropecuária, possuindo 58.493 produtores rurais. A região serrana do estado é responsável por 40% da produção de olerícolas, principalmente nas culturas de tomate, couve-flor e pimentão, além de ser também um polo produtor de flores e de frutas. Apesar disso, o estado conta com apenas dois laboratórios de fertilidade de solos, ambos localizados em Campos, Norte Fluminense.

Com esse cenário favorável, a proposta inicial era montar dois laboratórios móveis para atender aos agricultores. “Inicialmente pensamos em ter um laboratório na região serrana e outro na região noroeste do estado, mas com os recursos que conseguimos só foi possível montar um Fertmovel”, explica Denise Werneck.

O Fertmovel foi apresentado ao público pela primeira vez durante a 2ª Feira da Agricultura Familiar e Agrotecnologia no município de Cocais (MA) em novembro de 2015. Na ocasião, o governo do Maranhão identificou no Fertmovel um poderoso instrumento de ações que visam aumentar o IDH de mais de 30 municípios do estado. Ao se conhecer o nível de fertilidade dos solos, é possível se fazer uma correta recomendação de calagem e de adubação, incrementando a produtividade da agricultura familiar, importante para a economia do Maranhão. O veículo fez grande sucesso entre o público que visitou a Feira, além de representantes dos governos federal, estadual e municipal.

Maiores custos sem a análise de solo

Um outro importante papel que o Fertmovel vai desempenhar é no trabalho educativo junto aos agricultores que não têm consciência da importância da análise de solos como um fator de otimização dos custos de produção em suas propriedades, quanto à calagem e adubação química. O engenheiro agrônomo Lauro Rangel, responsável pelo Laboratório de Solos da Fundação Norte Fluminense de Desenvolvimento Regional (Fundenor), localizado em Campos, confirma que ainda há muito a se avançar nesse sentido. “Boa parte dos agricultores só estão interessados em verificar o estado de sua terra por exigência do banco, para liberar financiamento do Pronaf” – garante ele. “Muitos também não seguem as recomendações da análise, que indicam a correta quantidade de calcário e tudo o que o solo necessita para ser corrigido”, lamenta. A Fundação realiza a análise de solos para produtores do Rio de Janeiro e Espírito Santo. O outro laboratório que faz análises de solo é o da Universidade Federal Rural em Campos dos Goytacases.

Segundo o engenheiro agrônomo, muitos agricultores preferem repetir antigas práticas de seus antepassados, mesmo que isso resulte em desperdício de insumos. “Se indicamos que o solo só precisa receber uma tonelada de calcário, o produtor coloca o triplo porque o vizinho faz ou seus avós faziam”, aponta ele. “Outras vezes a terra não precisa de fósforo, mas mesmo assim e eles aplicam. São pequenos agricultores que poderiam baratear sua produção, mas acabam gastando muito mais por reproduzir práticas erradas”, conclui Rangel.

Para cada R$ 23 investido em análise de solos na Fundenor, há economia de mais de mil reais em insumos – desde que a recomendação técnica seja seguida. Por mês, a Fundação analisa, em média, 400 amostras de solo.

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Por Ascom/ESALQ*

A Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) realiza até sexta-feira (15) a 27ª Jornada de Agricultura de Precisão. O evento, que propõe expor as técnicas que permitem o gerenciamento das lavouras, considerando a variabilidade espacial e temporal, irá debater temas envolvendo sistemas de navegação por satélites, sistemas de informação geográfica, mapeamento da produtividade das culturas, monitores e sensores, análises de dados, mecanização da aplicação localizada de insumos, além de abordar as demais inovações da Agricultura de Precisão.

Realizada pelo Departamento de Biossistemas da ESALQ, a atividade será direcionada àqueles que possuem formação em ciências agrárias e profissionais que atuam em gerência de sistemas de produção agropecuárias e florestais.

Mais informações pelo site http://fealq.org.br/informacoes-do-evento/?id=390 

 

 

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Por Ascom MAPA*

Sistema emprega o manejo individualizado para obter maior produtividade

O panorama dos avanços tecnológicos da pecuária de precisão no Brasil foi um dos temas da reunião da Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão (CBAP) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no dia 28, em Brasília. Esse sistema prioriza o manejo da individualidade dos animais para alcançar maior produtividade, seja na produção de leite, carne, ovos ou lã. Hoje, várias instituições brasileiras de pesquisa agropecuária estão trabalhando para ampliar a pecuária de precisão.

De acordo com o pesquisador Humberto Brandão, da Embrapa Gado de Leite, em Juiz de Fora (MG), a pecuária de precisão é usada na bovinocultura, suinocultura e avicultura. O sistema pode, por exemplo, ser aplicado na nutrição, saúde, manejo e ambiência dos animais. Com ele, o fornecimento de alimentos passa a ser baseado na exigência individual de cada animal, e não mais no rebanho como um todo.

“A busca da eficiência visa a obter maior retorno financeiro e a garantir a sustentabilidade”, diz Humberto Brandão, que apresentou o panorama do setor durante a reunião. A pecuária de precisão, ressaltou, é um conjunto de práticas, tecnologias e processos que contribui para a gestão racional dos sistemas produtivos.

Além da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), instituições como a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), Unicamp, Universidade Federal de Santa Maria (RS), Universidade Federal Rural de Pernambuco, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estão trabalhando na mobilização e desenvolvimento de pesquisas voltadas à pecuária de precisão.

Segundo Humberto Brandão, a tendência é que o setor se consolide no país, principalmente nos sistemas de criação mais tecnificados. “O Mapa quer contribuir para organizá-lo”, acrescentou o secretário da Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão, Fabrício Juntolli. “Estamos trabalhando na identificação dos principais atores da pecuária de precisão para conhecer suas demandas e ter maior articulação para que possamos propor política públicas para o setor.”

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Por Estadão*

Com sistemas de bordo inteligentes, vants poderão processar imagens e transmiti-las em tempo real à base

Se o olho do dono é que engorda o gado – ou, adaptando o ditado, faz crescer a plantação –, uma iniciativa quer oferecer a todo produtor brasileiro “olhos no céu” para monitorar suas lavouras: os drones. Uma parceria da Qualcomm, líder em tecnologia móvel, com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) quer potencializar o uso de drones na agricultura – e torná-los mais acessíveis a pequenos produtores.

O programa, em três fases, vai desenvolver um sistema de bordo inteligente, pelo qual o drone – ou vant – transmite ao agricultor, via rede celular, informações em tempo real sobre a saúde da lavoura. Assim, torna-se possível detectar com precisão focos de pragas, estresse hídrico, déficit de nutrientes e danos ambientais, aumentando a produtividade e otimizando recursos.

“Hoje, você tem de colocar o drone para voar, baixar os dados, usar vários programas de processamento e contar com um especialista para fazer a interpretação dos dados”, explica Lúcio de Castro Jorge, que coordena as pesquisas com drones na Embrapa. “Isso pode levar de 5 a 15 dias – o que pode ser tarde demais para corrigir uma praga, por exemplo.”

Esse processo fracionado também implica altos custos, uma vez que, além do drone, cujo preço varia de R$ 10 mil a R$ 300 mil, o produtor também precisa investir em softwares, que podem custar até R$ 20 mil, e em computadores de alta capacidade para fazer o processamento – o que faz com que o uso dessa tecnologia fique restrito a grandes grupos. “Hoje, 70% dos produtores são pequenos e médios. A agricultura tecnificada acaba ficando na mão de poucos”, diz Jorge.

A proposta da parceria é unificar os processos do monitoramento por meio da tecnologia embarcada no próprio drone: o Snapdragon Flight, desenvolvido pela Qualcomm. “Uma só placa conterá toda a eletrônica que o produtor precisa a bordo: câmera, visão computacional, um processador de muita eficiência, algoritmos de processamento para a interpretação dos dados, que é a especialidade da Embrapa, e conectividade”, explica Rafael Steinhauser, presidente da Qualcomm na América Latina. “A mesma placa capta, processa e transmite em tempo real para a base por meio de uma rede celular.”

Ainda não há valores definidos, mas a ideia é que o aparelho, a ser produzido em grande escala, possa sair por cerca de R$ 5 mil – ou até menos. “A Qualcomm transformou o celular de uma ferramenta que custava milhares ao que ele é hoje, bastante democrático. A visão que temos para o drone é bastante análoga: deixá-lo tão acessível quanto o celular é hoje para os agricultores de todo o Brasil”, diz Oren Pinsky, diretor de novos negócios da Qualcomm.

Após o desenvolvimento do primeiro protótipo, que será apresentado em maio do ano que vem, terá início a segunda fase do programa, com duração de dois anos: testes de campo com uma comunidade de pequenos produtores, em parceria com o Instituto de Socioeconomia Solidária (Ises). “Será feito um acompanhamento com o produtor, para levantar quanto ele gastava antes e depois do drone e os resultados que ele teve na lavoura”, explica Jorge, da Embrapa.

A terceira etapa será a criação do Drone Center, que firmará parcerias com fabricantes de vants interessados em embarcar a tecnologia. O projeto será financiado pela Wireless Reach, organização sem fins lucrativos da Qualcomm que cria tecnologias ligadas ao desenvolvimento social e à geração de renda.

 

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