Agricultura de precisão

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Por Embrapa Clima Temperado*

Um aplicativo para dispositivos móveis, desenvolvido pelo Laboratório de Agrometeorologia (Agromet) da Embrapa Clima Temperado (RS), irá auxiliar rizicultores gaúchos a tomar decisões no manejo do cultivo de arroz irrigado. O GD Arroz utiliza o método Graus Dia para indicar a data estimada dos seis principais estádios das lavouras no Rio Grande do Sul, apresentando orientações com relação às práticas de manejo para cada período. Estádios são etapas do desenvolvimento vegetal nem sempre facilmente perceptíveis, mas que têm relação direta com o desenvolvimento e a produtividade da cultura. O aplicativo, disponível para dispositivos Android , foi lançado no dia 28 de agosto, durante a 39ª edição da Expointer, em Esteio (RS).

O serviço foi disponibilizado primeiramente em sua versão para acesso via web , em agosto de 2015, durante a realização do Congresso Brasileiro de Arroz Irrigado, em Pelotas (RS). Seu desenvolvimento foi motivado pela necessidade dos produtores de uma ferramenta que estimasse os principais estádios da planta de arroz.

Segundo o pesquisador responsável pela tecnologia, Silvio Steinmetz, informações como as disponibilizadas pelo GD arroz eram fortemente demandadas pelos produtores do estado, hoje, estimados em torno de 18 mil, entre pequenos, médios e grandes. Só na safra passada, a versão web contou com mais de nove mil acessos, entre agosto de 2015 e abril de 2016. “Todos os produtores precisam desse tipo de informação para aprimorar o manejo da sua lavoura, fazendo a prática certa no momento mais apropriado”, afirma.

Os estádios

O ponto de partida é a data de emergência do arroz, quando cerca de 50% das plantas já estão fora do solo. A partir daí começa a contagem de dias, utilizando-se o método de Graus-dia, para cada um dos chamados estádios, que são as diferentes fases de desenvolvimento da planta e altamente influenciados pela temperatura do ar. Quanto maior a temperatura, mais rápido a planta se desenvolve, antecipando os estádios. Caso contrário, em temperaturas mais baixas, as plantas demoram mais tempo para se desenvolver.

Essas determinações são importantes porque cada etapa do desenvolvimento da planta está associada a uma prática de manejo correspondente. Dos diferentes estádios existentes para a cultura, apenas seis são considerados como principais e estão associados aos manejos mais importantes: planta com quatro folhas (V4), diferenciação da panícula (R1), emborrachamento (R2), início da floração (R4), início da maturação (R8) e maturação completa (R9).

Desses, Steinmetz explica que a diferenciação da panícula (DP ou R1) é o mais importante, quando o cacho de arroz ainda está no interior do colmo principal, com aproximadamente 1mm, pode ser visto a olho nu. Neste estádio, a recomendação é a aplicação de adubação nitrogenada por cobertura (ANC), pois é o período quando a planta absorve melhor esses nutrientes e, assim, apresenta resultados melhores em desenvolvimento e produtividade. “Na realidade, pelas recomendações da Sociedade Sul-Brasileira de Arroz Irrigado (SOSBAI), o mais apropriado é aplicar a ANC de modo que o nitrogênio esteja disponível para as plantas no estádio de iniciação da panícula (IP ou R0), que ocorre cerca de quatro dias antes da DP. Como o estádio de IP é de difícil visualização na planta, recomenda-se utilizar a data da DP estimada pelo GD Arroz como referência para aplicar a ANC de modo que o nitrogênio esteja disponível para as plantas no estádio de IP”.

O pesquisador explica que, pelas recomendações da Sociedade Sul-Brasileira de Arroz Irrigado (Sosbai), o mais apropriado é aplicar a ANC de modo que o nitrogênio esteja disponível para as plantas no estádio de iniciação da panícula (IP ou R0), que ocorre cerca de quatro dias antes da DP. “Como o estádio de IP é de difícil visualização na planta, recomenda-se utilizar a data da DP estimada pelo aplicativo GD Arroz como referência para aplicar a ANC de modo que o nitrogênio esteja disponível para as plantas no estádio de IP”, recomenda.

Só que estimar a data em que determinada lavoura estará no estádio de DP exige muita atenção e qualquer variação de temperatura pode comprometer esse manejo, que é considerado o mais crítico, principalmente se o produtor se basear em um número fixo de dias entre a emergência e a DP. “Se atrasa, o mal é menor. Mas se antecipa, em função de dias mais quentes, o produtor poderá estar jogando dinheiro fora. Já não consegue atender as recomendações da pesquisa”, explica Steinmetz. Isso porque, segundo o pesquisador, a aplicação da ANC, principalmente em grandes lavouras, demanda planejamento e uso de aviões. “Dessa forma, aquele produtore que consegue prever a data estimada em que irá necessitar do avião para realizar a ANC, usando o GD Arroz, certamente terá vantagem sobre aqueles que não o utilizam”, afirma.

O aplicativo, portanto, dá suporte a esse planejamento e à tomada de decisão, indicando os manejos adequados nos momentos mais apropriados. O que tem incidência direta tanto nos custos de produção, como no retorno das lavouras na época de colheita. Além disso, o aplicativo para tablets ou celulares, além de proporcionar mobilidade, pode ajudar o produtor a racionalizar as idas à lavoura. “Hoje, o custo da lavoura de arroz está muito alto. Por isso, tudo o que o produtor puder fazer para otimizar os gastos contribui”, completa Steinmetz.

Como o GD Arroz funciona?

Para utilizar o aplicativo, o produtor precisa escolher dados como o município onde a lavoura está situada, selecionar um dos sete subgrupos no qual está inserida a cultivar semeada, a cultivar, o estádio desejado e inserir a data de emergência das plantas. A partir dessas informações, o aplicativo indica qual a data estimada do estádio desejado e, ainda, apresenta algumas orientações de manejo recomendadas pela Sosbai.

No aplicativo, é possível verificar, portanto, a estimativa das datas com base nas temperaturas médias diárias de 30 anos e nas temperaturas da safra atual, estabelecendo o desvio, em dias, entre ambas. Informações que, segundo Steinmetz, ajudam no planejamento estratégico e na tomada de decisão tática, respectivamente. Além disso, um mapa indica o período estimado que a cultivar selecionada leva para atingir determinado estádio nas diferentes regiões do estado.

Longo processo de desenvolvimento

Ao todo, foram 12 anos para o desenvolvimento do método Graus-dia para o estado, processo que teve início na safra 2004/2005. Steinmetz teve o primeiro contato com a metodologia nos Estados Unidos, quando realizou sua dissertação de mestrado. A inspiração vem do DD50 (Degree-Day), desenvolvido pela Universidade de Arkansas, na década de 1970, para ajudar os produtores na aplicação de ureia em cobertura nas lavouras de arroz.

Mas, antes de começar a adaptar o método ao estado, a equipe de pesquisa precisou concluir algumas etapas para subsidiar os dados que seriam utilizados na ferramenta. Primeiro, determinou as exigências térmicas de cada uma das 36 cultivares utilizadas pelos produtores. Em uma segunda etapa, estimou a ocorrência dos seis estádios em 17 localidades situadas nas principais regiões orizícolas do Rio Grande do Sul – bastante diferenciadas em temperatura, segundo Steinmetz. A terceira etapa consistiu em validar essas informações, em condições de lavoura, nas distintas regiões produtoras. O trabalho durou quase dez anos e foi descrito em diferentes publicações que, hoje, servem como base teórica para o aplicativo.

Parcerias

A Embrapa também contou com a parceria de outras instituições para abastecer e validar a ferramenta. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet/8º Disme) disponibilizou os dados diários da série histórica de 30 anos (1976-2005) de temperatura referentes ao ano da safra, que permitem estimar a data de ocorrência de cada um dos seis estádios para a safra em questão. A Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro) também contribuiu com os dados da série histórica de temperatura do ar para algumas localidades. E o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) teve uma participação muito importante na validação, em condições de lavoura, em duas safras, das informações geradas pelo programa. Ao todo, cerca de 40 pessoas se envolveram no desenvolvimento do GD Arroz.

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A Expointer, maior evento destinado ao agronegócio da América Latina, conta com uma atração diferenciada em sua 39ª edição. É o Salão do Empreendedor Rural, uma iniciativa da FARSUL, do SENAR-RS e do SEBRAE/RS, no Programa Juntos para Competir.

Uma das atrações do SENAR é a aplicação prática de sistemas de irrigação, agricultura de precisão, uso dos drones e energia sustentável para a propriedade rural.

Acompanhe as novidades do Sistema FARSUL/SENAR na Expointer no portal do SENAR Brasil: www.senar.org.br 

O Congresso Brasileiro de Agricultura de Precisão só começa no dia 04 de outubro, mas os interessados em participar já podem fazer suas inscrições! Promovido pela Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão, em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento,  o ConBAP é um evento bianual que reúne estudiosos, pesquisadores, extensionistas, fornecedores e usuários das diferentes técnicas envolvidas no amplo leque da Agricultura de Precisão (AP). Este ano o evento será realizado no Centro de Eventos da Universidade Federal de Goiás, em Goiânia.

Para fazer sua inscrição e saber mais sobre o ConBAP 2016, acesse www.conbap.com.br

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Por Embrapa Pecuária Sudeste*

Roda da reprodução agora no celular – Foto: Giselle Rosso

Para facilitar o processo de gestão do rebanho leiteiro pelos produtores e agentes de extensão rural, a Embrapa lança no dia 28 de agosto o aplicativo Roda da Reprodução. A ferramenta exibe, em meio digital, o quadro físico usado no campo para acompanhar o ciclo de reprodução do rebanho, desde o momento da cobertura ou inseminação artificial da novilha até o parto.

O quadro, uma peça circular com 365 divisões, relativas ao período de um ano, pode ser substituído pela ferramenta digital. Além de visualizar a situação do rebanho com um toque na tela do celular, é possível ter acesso a vários recursos que informatizam a gestão. “A ideia é ampliar o uso da Roda da Reprodução, tanto no programa Balde Cheio executado pela Embrapa, como nas atividades de gestão de rebanho leiteiro”, afirma o pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária (SP) Marcos Visoli, coordenador de desenvolvimento da tecnologia.

Cerca de 90% dos produtores que participam do programa Balde Cheio monitoram o manejo reprodutivo por meio do quadro manual. Um dos objetivos, segundo o pesquisador Artur Chinelato de Camargo, da Embrapa Pecuária Sudeste (SP), é facilitar o acompanhamento da situação de cada vaca em um calendário circular anual.

Na roda física, o animal é representado por um ímã colorido, posicionado e movido de acordo com a fase reprodutiva em que se encontra. Seguindo o mesmo padrão, a versão digital representa cada animal por um círculo da mesma cor do ímã, que se movimenta automaticamente pela roda. Dessa forma, o produtor consegue visualizar a qualquer momento a situação reprodutiva do rebanho.

O aplicativo oferece funcionalidades como agenda para cadastro dos animais e o controle do ciclo de eventos de todos os estágios dos processos produtivo e reprodutivo, seja um aborto, parto ou secagem, por exemplo. Outros benefícios são a possibilidade de realizar buscas entre os bovinos cadastrados, incluindo filtros de pesquisa de acordo com o status individual, e de compartilhar as informações por e-mail ou programas de mensagem instantânea com empregados ou outros produtores.

Também é possível inserir os dados da propriedade e do rebanho a partir da importação de arquivos já existentes em um computador, tablet ou smartphone. A versão digital ainda apresenta vantagens como atualização diária automática e a opção de prever cenários com a visualização futura de dias, semanas ou meses. Esse recurso é útil ao produtor para que ele possa se preparar para os eventos, até mesmo planejando a visita de veterinários e técnicos.

Facilidade de uso e compartilhamento

“Essa inovação da Embrapa veio auxiliar a gente na vida no campo”, conta Claudinei Júnior Saldanha, produtor de leite de São Carlos (SP). Para ele, a informação ficou muito mais dinâmica. “Aqui, no meio do rebanho, posso identificar o brinco da vaca, já coloco no aplicativo e tenho sua situação atual. Se ela é uma vaca prenha, em lactação, uma vaca seca, se foi inseminada, se está com possível retorno ao cio; enfim, posso ter várias informações desse animal em um momento, no campo”, explica.

Há mais de oito anos usando a roda física, Saldanha considera a digital mais fácil de atualizar e muito mais rápida. Com um rebanho em reprodução de 52 animais, ele andava pela propriedade com uma caderneta no bolso. “Eu via o cio de uma vaca, registrava na caderneta e só quando retornava ao escritório atualizava a roda”, complementa.

Hoje, com a roda da reprodução no celular, ele nem precisa estar no campo. O pecuarista pode ser informado do estado de determinado animal por um empregado ou prestador de serviço e incluir os dados no aplicativo a qualquer momento e de onde estiver.

A tecnologia conquistou toda a família Saldanha. A filha Manuela, de apenas sete anos, já domina a ferramenta e ajuda o pai na atualização das informações. “Quando eu chego da fazenda, ela me pergunta: ‘Papai hoje tem algum lançamento para fazer?’. Aí eu fico ao lado, mas é a Manu que faz. Com isso, ela começou a se interessar pelos assuntos da fazenda”, diz o pai, feliz com o entusiasmo da filha.

Saldanha crê que o aplicativo pode trazer o jovem para o campo. Artur Chinelato também acredita nessa possibilidade. “É uma linguagem que o jovem entende muito mais. Ele passa a usar o aplicativo e desperta o interesse pela atividade leiteira. A modernização vai atraí-los para a sucessão na propriedade familiar”, afirma o pesquisador.

Criado com base nos padrões de usabilidade do Google, a Roda da Reprodução é simples de ser usada e funciona no sistema Android, além de ser compatível com outros aplicativos e permitir integração com outros sistemas. A equipe de desenvolvimento da Embrapa Informática Agropecuária planeja criar, até o início do próximo ano, uma versão para a plataforma iOS da Apple.

Para melhor visualização na tela do celular, a ferramenta é ideal para atender a propriedades de 100 a 150 animais. Se for usado um tablet, podem ser visualizados até 200 animais com boa resolução. Também pode ser usado por produtores do exterior, pois possui versões em inglês e espanhol.

Manejo reprodutivo

Em uma propriedade leiteira, o manejo reprodutivo reflete-se diretamente na produção de leite. “Sem a reprodução, não tem a parição e, sem a parição, não há produção de leite”, diz Chinelato. Segundo o pesquisador, a reprodução dos animais precisa ser regular, com intervalo entre partos de 12 meses, caso contrário, o produtor começa a ter prejuízos.

A gestão eficiente passa pelo controle de todas as informações relacionadas ao animal e ao rebanho. Deve-se ter o registro de cada ocorrência, como entrada no cio, coberturas, partos, medicamentos, doenças etc. O monitoramento permite que o produtor faça avaliações dos dados para nortear decisões a serem tomadas na fazenda.

Estratégias de manejo planejadas com base em informações melhoram os índices reprodutivos e, consequentemente, aumentam a produtividade e lucros da propriedade. O aplicativo “Roda da Reprodução” é uma alternativa eficiente e viável para gerenciar os dados do manejo. Para Chinelato, possibilita maior facilidade de registro e portabilidade, além de acesso rápido ao histórico de cada animal da propriedade e o envio das informações ao técnico ou veterinário, que poderá prestar assistência e discutir problemas mesmo à distância.

De acordo com o especialista em manejo reprodutivo Marco Aurélio Bergamaschi, da Embrapa Pecuária Sudeste, a reprodução só ocorre quando todas as necessidades do animal forem satisfeitas. “Se a vaca estiver com carência nutritiva, ela não vai apresentar cio e, com isso, não tem como ser coberta”, explica.

Todos os fatores que envolvem a reprodução devem ser tratados com cautela para não comprometer a vida reprodutiva da fêmea. “Além da nutrição adequada, os cuidados sanitários devem começar ainda no pré-parto para não haver risco de contaminação, devido à imunidade mais baixa nesse período. Assim, qualquer agressão biológica, uma bactéria ou fungo, que normalmente ela combateria facilmente, pode se transformar em um problema sério”, destaca o especialista.

Em um manejo reprodutivo eficiente, faltando 30 dias para o parto, a vaca deve ser colocada em um piquete separado, chamado de piquete maternidade, com disponibilidade de pasto, sombra e água. As boas condições corporais antes do parto também contribuem para uma melhor performance reprodutiva no pós-parto. A atenção com a nutrição e sanidade é importante para garantir o futuro reprodutivo do animal.

Lançamento

O aplicativo Roda da Reprodução foi idealizado pela Embrapa Pecuária Sudeste (SP), em parceria com a Embrapa Informática Agropecuária, para apoiar a execução do programa Balde Cheio, que, por sua vez, oferece apoio a pequenos produtores de leite no País. A tecnologia é de uso gratuito e será demonstrada durante a programação da feira Expointer 2016, que ocorre de 27 de agosto a 4 de setembro, em Esteio (RS).

Presente em mais de duas mil fazendas localizadas em dez estados brasileiros, o Balde Cheio promove o desenvolvimento da pecuária leiteira e contribui para tornar pequenas propriedades sustentáveis e rentáveis. O programa de transferência de tecnologia capacita extensionistas em produção intensiva de leite. Com o treinamento dos técnicos e a aplicação da metodologia na fazenda, a produtividade e os lucros aumentam, fazendo com que o produtor permaneça no campo.

 

Por Pecege/Esalq/USP*

Livro do professor Paulo Molin, coordenador do curso.

Com uma carga horária de 36 horas (distribuídas em 9 encontros), o curso Jornada de Agricultura de Precisão tem como objetivo apresentação e discussão dos conceitos da agricultura de precisão envolvendo planejamento, coleta de dados, geração de mapas e recomendações e aplicação localizada de insumos. Sob coordenação do professor da USP José Paulo Molin, uma das maiores referências no assunto do Brasil, esse curso é mais uma das ações que visam difundir o tema, tratando-o de uma forma técnica e abrangente.

O curso reproduz no ambiente virtual a dinâmica da sala de aula. No sistema acadêmico do Pecege, o aluno terá acesso a:

- Aulas online Ao Vivo (o conteúdo permanece gravado e pode ser acompanhado a qualquer momento).
- Chat de interação com o professor durante a aula.
- Acesso à materiais exclusivos das aulas.
- Contato dos professores e de todos os alunos matriculados.

Início das aulas: 15/10/2016.
Investimento: R$ 700,00* em até 4 vezes.

*Incluso livro “Agricultura de Precisão” (Autores: José Paulo Molin, Lucas Rios do Amaral, André Freitas Colaço).

Confira a programação detalhada do curso, bem como demais informações através do link: http://bit.ly/2bpQK5V

 Mais informações, entre em contato pelo e-mail agriculturadeprecisao@pecege.com, ou pelos telefones (19) 3377-0937 / 3375-4250.